domingo, 3 de janeiro de 2016

Revitalização de antigos lixões



Crédito: Sustineo Stanbul

Em uma de suas músicas, o rapper Mano Brown do Racionais Mc’s diz: “tenha fé porque até no lixão nasce”; ou seja, a vida pode superar qualquer dificuldade. Normalmente, lugares que servem como lixões sofrem o pré-conceito de que são áreas mortas, mas as coisas não são bem assim…

Com a ajudinha humana, esses ambientes podem voltar a ter vida e derrubar a ideia de que são áreas mortas. E foi isso que aconteceu em Tel Aviv, em Israel; e no Parque Ecólogico do Sitiê, no Rio de Janeiro.

Recicladora em Tel Aviv, Israel


Crédito: 24horasnews

Antes chamada de “Montanha de Lixo”, a maior central de reciclagem do mundo pode ser apelidada de “Montanha da Vida”. Os 25 milhões de toneladas de lixo que o local chegou a abrigar deram espaço para a fauna e a flora da região. E isso só foi possível graças à camada de bioplástico que mantinha o gás metano embaixo da terra.

A central recicladora de Tel Aviv é capaz de reciclar diariamente 3 mil toneladas de resíduos domésticos, 1,5 mil toneladas de materiais de construção e 250 toneladas de outros resíduos, como combustível.

Parque Ecológico Sitiê, Rio de Janeiro

Atualmente repleto de vida, o parque foi um lixão durante 25 anos. Sorte que o cantor Mario Quintana, vizinho do local, se incomodou com a situação. Ele reuniu alguns amigos e colocou a mão na massa para transformar o ambiente outrora mórbido em vivo novamente. O trabalho durou cinco anos e foram retiradas 16 toneladas de resíduos.
O Parque Ecológico Sitiê tem uma horta que já forneceu mais de 700kg de alimentos para os moradores do Morro do Vidigal. Repleto de vida, até faturou no início do ano de 2015 o prêmio de design sustentável internacional – o SEED –, em Detroit (EUA).

Fontes: Hypeness e 24 Horas News

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