quarta-feira, 25 de junho de 2014

Impacto da poluição dos oceanos por plástico é de US$ 13 bi ao ano

INFO Online - Notícias - Há uma hora
Poluição
Segunda-feira, 23/06, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgou mais um alerta sobre os perigosos rejeitos plásticos que vagam pelas correntes marítimas e formam ilhas que flutuam nos oceanos. 
O novo relatório revela que a poluição marinha causada por partículas de plástico dispersas nos oceanos representa dano financeiro de, pelo menos, US$ 13 bilhões anuais. Intitulado "Valorando o Plástico", o documento foi apresentado durante a UNEA (Assembleia Ambiental das Nações Unidas) sobre poluição dos mares por plásticos, em especial os microplásticos.

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Além disso, o estudo aponta que o custo do capital natural no uso de plástico a cada ano é de US$ 75 bilhões. Essa conta inclui os impactos causados pela poluição dos mares, do ar e outras fontes. 
"O plástico desempenha um papel crucial na vida moderna, mas seus impactos ambientais não podem ser ignorados", afirmou o sub-secretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner.
São vários os danos causados por resíduos plásticos, listados pela ONU:
- mortalidade ou doenças quando ingeridos por animais marinhos, como tartarugas; 
- emaranhamento dos animais, como golfinhos e baleias; 
- danos a habitats críticos, como os recifes de coral;
- contaminação química, e
- dispersão de espécies invasoras em fragmentos plásticos, o que causa perdas para as indústrias de pesca e de turismo em muitos países.

O relatório completo está disponível para download no site do Pnuma.eira, 23/06, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgou mais um alerta sobre os perigosos rejeitos plásticos que vagam pelas correntes marítimas e formam ilhas que flutuam nos oceanos. 
O novo relatório revela que a poluição marinha causada por partículas de plástico dispersas nos oceanos representa dano financeiro de, pelo menos, US$ 13 bilhões anuais. Intitulado "Valorando o Plástico", o documento foi apresentado durante a UNEA (Assembleia Ambiental das Nações Unidas) sobre poluição dos mares por plásticos, em especial os microplásticos.

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Além disso, o estudo aponta que o custo do capital natural no uso de plástico a cada ano é de US$ 75 bilhões. Essa conta inclui os impactos causados pela poluição dos mares, do ar e outras fontes. 
"O plástico desempenha um papel crucial na vida moderna, mas seus impactos ambientais não podem ser ignorados", afirmou o sub-secretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner.
São vários os danos causados por resíduos plásticos, listados pela ONU:
- mortalidade ou doenças quando ingeridos por animais marinhos, como tartarugas; 
- emaranhamento dos animais, como golfinhos e baleias; 
- danos a habitats críticos, como os recifes de coral;
- contaminação química, e
- dispersão de espécies invasoras em fragmentos plásticos, o que causa perdas para as indústrias de pesca e de turismo em muitos países.
O relatório completo está disponível para download no site do Pnuma.eira, 23/06, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgou mais um alerta sobre os perigosos rejeitos plásticos que vagam pelas correntes marítimas e formam ilhas que flutuam nos oceanos. 
O novo relatório revela que a poluição marinha causada por partículas de plástico dispersas nos oceanos representa dano financeiro de, pelo menos, US$ 13 bilhões anuais. Intitulado "Valorando o Plástico", o documento foi apresentado durante a UNEA (Assembleia Ambiental das Nações Unidas) sobre poluição dos mares por plásticos, em especial os microplásticos.

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Além disso, o estudo aponta que o custo do capital natural no uso de plástico a cada ano é de US$ 75 bilhões. Essa conta inclui os impactos causados pela poluição dos mares, do ar e outras fontes. 
"O plástico desempenha um papel crucial na vida moderna, mas seus impactos ambientais não podem ser ignorados", afirmou o sub-secretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner.
São vários os danos causados por resíduos plásticos, listados pela ONU:
- mortalidade ou doenças quando ingeridos por animais marinhos, como tartarugas; 
- emaranhamento dos animais, como golfinhos e baleias; 
- danos a habitats críticos, como os recifes de coral;
- contaminação química, e
- dispersão de espécies invasoras em fragmentos plásticos, o que causa perdas para as indústrias de pesca e de turismo em muitos países.
O relatório completo está disponível para download no site do Pnuma.

Qual o tamanho do lixo da Copa?

INFO Online - Notícias - Há uma hora
Festas de rua com muita bandeirinha, fitas e serpentinas coloridas, comércio movimentado, bairros tomados por turistas de todo o mundo e, claro, sujeira multiplicada. Se... - por Vanessa Barbosa

segunda-feira, 23 de junho de 2014

DANO AO MAR

Plásticos jogados no mar causam perdas de US$ 13 bilhões

INFO Online - Notícias - Há 35 minutos
Os resíduos plásticos provocam perdas econômicas de US$ 13 bilhões após ser lançado no mar, cada vez mais ameaçado pelos "microplásticos", advertiu nesta segunda-feira... - por Agência EFE

domingo, 22 de junho de 2014

INVENÇÃO PARA SALVAR OS MARES SERÁ?

8/06/2014 15h18 - Atualizado em 18/06/2014 15h29


O rapaz da foto acima tem apenas 19 anos, mas é responsável por um plano ambicioso apoiado por mais de 100 pesquisadores, cientistas e ambientalistas. O holandês Boyan Slat criou a Ocean Cleanup, uma tecnologia capaz de limpar o lixo do Oceano Pacífico em uma década.
O sistema funciona como uma barreira flutuante que aproveita as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar. Nos testes com um protótipo, a barreira foi capaz de coletar plásticos em até três metros de profundidade.
O sistema também recolheu pouca quantidade de zooplâncton, o que facilita o reaproveitamento e a reciclagem do plástico. A estimativa é de que o sistema remova 65 metros cúbicos de lixo por dia.
Slat teve a ideia anos atrás, quando mergulhava na Grécia e viu mais garrafas de plástico do que peixes. Desde então, desenvolveu a tecnologia, montou um site com todas as especificações, fez um estudo de viabilidade e uma campanha para financiar sua ideia.
A primeira apresentação da tecnologia aconteceu em um TEDx na Holanda há dois anos. Sua ideia não foi bem recebida por todos. Como resposta, Slat e uma equipe de pesquisadores fizeram um relatório com 530 páginas, em que justificavam a viabilidade do projeto.
O próximo passo é testar o sistema em larga escala e aumentar a produção do sistema. Para isso, ele busca financiamento coletivo. A meta é conseguir 2 milhões de dólares em 100 dias. Ela já conseguiu 30% da meta em 14 dias. Veja abaixo um vídeo sobre a Ocean Cleanup, nome da tecnologia e também da empresa criada por Slat:

terça-feira, 17 de junho de 2014

Campanha pelo desmatamento zero no Brasil atinge 1 milhão de assinaturas

Faltam cerca de 400 mil para o texto da mobilização se transformar em projeto de lei
POR O GLOBO
16/06/2014 16:07 / ATUALIZADO 16/06/2014 21:27



SÃO PAULO - A campanha pelo desmatamento zero no Brasil alcançou nesta segunda-feira 1 milhão de assinaturas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo Greenpeace, uma das entidades que trabalham pelo fim do desmatamento no país. Para que seja encaminhado o projeto de lei ao Congresso Nacional faltam agora 400 mil assinaturas. Pelo texto da proposta popular, fica proibida a supressão de florestas nativas em todo o território nacional e União, Estados e municípios serão proibidos de autorizar novos desmatamentos. O projeto de lei permite o desmatamento em planos deplanejo florestal, em questões de defesa civil e segurança nacional, para pesquisa e atividades de utilidade pública e interesse social.

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As propriedades rurais destinadas à agricultura familiar terão autorização para desmatar por cinco anos contados após a aprovação da lei, condicionada à implementação de programas de assistência técnica rural, recuperação de matas nativas, transferência de tecnologia e de renda. O desmatamento em terras indígenas e em locais de populações tradicionais continuarão a ser regidos por legislação específica.

Para que o Congresso Nacional aprecie uma lei de iniciativa popular é preciso que o projeto seja acompanhado por assinaturas equivalentes a 1% do eleitorado brasileiro.

A campanha pelo desmatamento zero foi lançada pela ONG Greenpeace em março de 2012. Segundo Cristiane Mazzetti, o Brasil precisa pensar num modelo de desenvolvimento que respeite as florestas e o meio ambiente.

Cristiane afirma que, embora o país comemore a queda do desmatamento na Amazonia, apenas no ano passado foram eliminados cerca de 580 mil hectares de florestas nativas no bioma. Também segue o desmatamento nas áreas de Mata Atlântica e de cerrado.

De acordo com Cristiane, além de alcançar o número de assinaturas necessárias, o projeto pelo desmatamento zero só será entregue ao Congresso Nacional quando a população estiver mobilizada, para que exerça pressão política.

- Um projeto como este pode ser encaminhado e não passar. Por isso, é preciso conscientizar as pessoas para que elas cobrem dos políticos a aprovação - diz ela.

Na avaliação dela, embora a população tenha ficado mais consciente, o Código Florestal aprovado pelo Congresso Nacional foi um retrocesso por anistiar os que haviam desmatado irregularmente antes de 2008. A falta de punição, diz Cristiane, acaba estimulando o crime ambiental.

A mais conhecida lei criada por projeto de iniciativa popular foi a Lei da Ficha Limpa. Outras três leis de iniciativa popular aprovadas pelo Congresso foram a lei que transformou as chacinas em crime hediondo, a que prevê a cassação do mandato de político que tenha comprado votos para se eleger e a que instituiu o Fundo Nacional de Habitação.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

TURISTA ALEMÃO É ESFAQUEADO NA PRAIA DO FUTURO EM FORTALEZA - CE

Um alemão, de 59 anos, que está hospedado em Fortaleza para curtir a Copa do Mundo, no Brasil, sofreu uma tentativa de assalto e foi ferido por golpes de faca no braço direito. 

O caso ocorreu na madrugada desta quinta-feira, 12, véspera da abertura do torneio, na rua Pacajus, Praia de Iracema. O estrangeiro registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) na Delegacia de Proteção ao Turista (Deprotur). Confira o vídeo da ação criminosa no final da matéria.

O engenheiro químico Jurgn Mosbach, 59, está hospedado em uma residência localizada na Praia de Iracema, do paulista Wanderlei Gomes, 34 - que vive há dois anos em Fortaleza. O estrangeiro já havia sido alertado pelo brasileiro sobre os problemas da cidade, antes de ser atacado por duas mulheres. Segundo o educador em Mestrado em Turismo, o turista recebeu orientações como "não sair com absolutamente nada, não levar cartão de crédito, nem passaporte".

O turista voltava para a casa do paulista, quando na rua Pacajus foi abordado por duas mulheres. Segundo Wanderlei, a dupla teria gritado "querido" para chamar a atenção do alemão. Em seguida, Jurgn foi atacado pelas mulheres. Uma delas portava uma faca.

O alemão entrou em luta corporal com as duas e foi golpeado no braço direito, mas conseguiu chutar uma das mulheres e conseguiu fugir. Segundo o estrangeiro, elas estavam aparentemente sob efeito de drogas ilícitas.

Após o ocorrido, Jurgn foi direto para a Deprotur registrar um B.O. De acordo com Wanderlei, o local onde o estrangeiro foi atacado, fica à 300m do Aterrinho da Praia de Iracema, onde será realizado o Fan Fest. Além disso, o alemão informou no Boletim que não havia policiamento na área que ocorreu a tentativa de assalto.

Apesar do momento traumático, o estrangeiro elogiou a recepção na Delegacia. A policial que atendeu o turista falava alemão e facilitou o atendimento.

O POVO Online entrou em contato com a titular da Deprotur, Adriana Arruda, para falar sobre o caso e a abordagem elogiada pelo turista. Porém, a delegada informou que a "Polícia Civil não pode se manifestar".

A reportagem teve acesso ao Boletim de Ocorrência e ao vídeo de uma câmera de segurança de um estabelecimento comercial que registrou a tentativa de assalto. 

Veja abaixo:


FONTE: O POVO

quinta-feira, 5 de junho de 2014

28 sinais de que o Planeta está em perigo e precisa de ajuda

INFO Online - Notícias - Há 15 minutos
Águas contaminadas, ar poluído, solo degradado, desequilíbrio ecológico, clima em transe...Os alertas são claros: o mundo agoniza — e nós também - por Vanessa Barbosa