15/12/2015
Em um ano, Bicicletar é sucesso, mas manutenção é criticada.
Sistema de bicicletas compartilhadas chega a 12 meses de implantação com mais de 570 mil viagens feitas. Usuários relatam problemas na manutenção das bicicletas, mas elogiam ampliação do número de estações
De maneira gradativa, a cidade se acostuma com formas alternativas de se deslocar. O Bicicletar, sistema de bicicletas compartilhadas de Fortaleza, completa hoje um ano desde a implantação. De lá para cá, o fortalezense passou a conviver com as “verdinhas” circulando pelas ruas da Capital com maior frequência.
O sistema mudou a forma do ir e vir da Cidade, trazendo impactos positivos no trânsito e na qualidade do ar. Utilizando uma das bicicletas compartilhadas, percorri, juntamente com o repórter fotográfico Rodrigo Carvalho, algumas estações na tarde de ontem.
De cara, um “bom problema”. Não havia bicicletas na estação O POVO, na avenida Aguanambi, embora o site do Bicicletar apontasse que três estavam disponíveis naquele momento. O vazio da estação é consequência do uso do equipamento. Segundo o site do Bicicletar, já foram realizadas até a noite de ontem mais de 572 mil viagens pelo sistema. São mais de cem mil usuários cadastrados.
Mesmo com um ano de implantação, o Bicicletar gera dúvidas para quem é e para quem não é usuário. A professora Terezinha Fontenele, 50, abordou a equipe do O POVO em uma das estações visitadas questionando a respeito do uso do sistema. “Sempre vejo na rua as bicicletas, mas como eu faço para fazer o cadastro? Gostaria de utilizar como lazer”, afirma a professora.
Quem faz uso habitual das bicicletas também relata problemas. Na estação da Praça da Gentilândia, a estudante Michelle Guerra, 31, teve de esperar um pouco para sair do trabalho pedalando, pois o sistema estava liberando apenas duas bicicletas que estavam com pneus murchos.
Diferente dos sistemas de compartilhamento de outras cidades, o Bicicletar não permite ao usuário escolher a bicicleta que deseja utilizar e acaba liberando algumas que necessitam de reparo.
Mais estações, mais usoUm ponto de elogio unânime entre usuários é o maior número de estações em áreas pouco contempladas um ano atrás.
Kennedy Freire, 22, teve dificuldades para fazer com que a leitora de cartões reconhecesse a carteira de estudante e levou alguns minutos até voltar para casa pedalando.
“Comecei a usar quando inauguraram a estação da Parquelândia. De vez em quando dá problema. Ainda não é o suficiente, mas tá melhorando”, explica Kennedy, que diz usar as bicicletas compartilhadas quatro dias por semana para ir e voltar da faculdade.
Estações O Bicicletar foi implantado há exatamente um ano com 15 estações. Hoje são 60, com 600 bicicletas disponíveis para uso.
Ampliação A promessa da Prefeitura de Fortaleza é chegar a março de 2016 com 80 estações entregues.
Meio Ambiente
Ao todo, as mais de 572 mil viagens economizaram 206,08 toneladas de gás carbônico.
MultimídiaVeja vídeo em
O sistema mudou a forma do ir e vir da Cidade, trazendo impactos positivos no trânsito e na qualidade do ar. Utilizando uma das bicicletas compartilhadas, percorri, juntamente com o repórter fotográfico Rodrigo Carvalho, algumas estações na tarde de ontem.
De cara, um “bom problema”. Não havia bicicletas na estação O POVO, na avenida Aguanambi, embora o site do Bicicletar apontasse que três estavam disponíveis naquele momento. O vazio da estação é consequência do uso do equipamento. Segundo o site do Bicicletar, já foram realizadas até a noite de ontem mais de 572 mil viagens pelo sistema. São mais de cem mil usuários cadastrados.
Mesmo com um ano de implantação, o Bicicletar gera dúvidas para quem é e para quem não é usuário. A professora Terezinha Fontenele, 50, abordou a equipe do O POVO em uma das estações visitadas questionando a respeito do uso do sistema. “Sempre vejo na rua as bicicletas, mas como eu faço para fazer o cadastro? Gostaria de utilizar como lazer”, afirma a professora.
Quem faz uso habitual das bicicletas também relata problemas. Na estação da Praça da Gentilândia, a estudante Michelle Guerra, 31, teve de esperar um pouco para sair do trabalho pedalando, pois o sistema estava liberando apenas duas bicicletas que estavam com pneus murchos.
Diferente dos sistemas de compartilhamento de outras cidades, o Bicicletar não permite ao usuário escolher a bicicleta que deseja utilizar e acaba liberando algumas que necessitam de reparo.
Mais estações, mais usoUm ponto de elogio unânime entre usuários é o maior número de estações em áreas pouco contempladas um ano atrás.
Kennedy Freire, 22, teve dificuldades para fazer com que a leitora de cartões reconhecesse a carteira de estudante e levou alguns minutos até voltar para casa pedalando.
“Comecei a usar quando inauguraram a estação da Parquelândia. De vez em quando dá problema. Ainda não é o suficiente, mas tá melhorando”, explica Kennedy, que diz usar as bicicletas compartilhadas quatro dias por semana para ir e voltar da faculdade.
Estações O Bicicletar foi implantado há exatamente um ano com 15 estações. Hoje são 60, com 600 bicicletas disponíveis para uso.
Ampliação A promessa da Prefeitura de Fortaleza é chegar a março de 2016 com 80 estações entregues.
Meio Ambiente
Ao todo, as mais de 572 mil viagens economizaram 206,08 toneladas de gás carbônico.
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