quinta-feira, 24 de julho de 2014

O MÊS MAIS QUENTE DO PLANETA DESDE O SÉCULO XIX


22/07/2014 08h31 - Atualizado em 22/07/2014 08h31
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IPCC - arte (Foto: G1)

Levantamento divulgado pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos, apontou que 2014 teve o mês de junho mais quente desde 1880, quando começaram os registros de temperatura.
A temperatura média na superfície terrestre e nos oceanos alcançou 16,22°C no período, ou seja, 0,72°C a mais que a média do século 20 para este mês. A cifra supera o último recorde de junho, que remonta a 2010, informou a NOAA.
"A maior parte do planeta enfrenta temperaturas mensais acima da média, com recordes de calor nas regiões do sudeste da Groenlândia, do norte da América do Sul e do Sudeste da Ásia", explicou a agência em um comunicado. "Assim como em maio, as regiões das principais bacias oceânicas também tiveram recordes de calor", acrescentou.
A última vez que a temperatura em um mês de junho foi inferior à média do século 20 foi em 1976, indicou a NOAA. Segundo a mesma fonte, o mês de maio de 2014 também foi o mais quente desde 1880, mais que o recorde anterior, de maio de 2010.
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2014 teve o mês de junho mais quente desde 1880, aponta a NOAA

Informação foi divulgada pela Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA.
Temperatura ficou 0,72ºC maior que a média do século 20 para este mês
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A Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa) informou nesta segunda-feira, 21, que junho deste ano foi o mês mais quente do planeta desde o século XIX. A temperatura média em terra e nos oceanos foi de 16,22ºC, considerada a maior desde 1880.
O valor expressa um aumento de 0,72ºC em comparação à média do século XX para este mês. A explicação para o aumento foram as temperaturas quentes registradas nos oceanos Pacífico e Índico no período.
Enquanto isto, deixamos o plantio de árvores,a construção de lagoas e outros elementos capazes de ajudar na melhoria do clima, prestigiando o asfalto, que empreta as ruas e avenidas das cidades, dando-nos a certeza de que morreremos sapecados como quem-quem.

terça-feira, 22 de julho de 2014

MISTÉRIO NOS MARES

Mistério: Pesquisa mostra que 99% dos plásticos jogados nos oceanos desapareceu. O que teria acontecido? http://r7.com/eHSK
(Foto: via JornalCiencia)
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terça-feira, 15 de julho de 2014

SALDO DE DESASTRES NATURAIS NO MUNDO EM 42 ANOS É ASSUSTADOR

INFO Online - Notícias - Há uma hora
Não, as mudanças climáticas não são um problema futuro. Secas, enchentes, furacões, incêndios e temperaturas extremas estão em ascensão em todo o mundo, causando... - por Vanessa Barbosa

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Atlas digital traz cenários climáticos futuros para o Brasil

Praia de Trancoso

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) disponibilizou um atlas digital dos cenários climáticos projetados para o Brasil no quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), preparado em 2007.
Os mapas climáticos apresentados no atlas trazem temperatura média do ar (mínimas, médias e máximas), precipitação pluvial, umidade relativa do ar e duração do período de molhamento foliar para o país.
São 504 mapas mensais, abrangendo o clima de 1961 a 1990 (período de referência) e simulações para os períodos de 2011 a 2040, 2041 a 2070 e 2071 a 2100, contemplando dois cenários de emissão de gases de efeito estufa calculados pelo IPCC, um otimista (chamado B1) e um pessimista (A2).
O documento é resultado principalmente de dois projetos da Embrapa: "Impactos das mudanças climáticas globais sobre problemas fitossanitários" e "Impacto das mudanças climáticas sobre doenças e pragas em cultivos de importância para a agroindústria da Argentina e do Brasil", realizados em cooperação com o Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (Inta), da Argentina.

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Os autores do Atlas são Emília Hamada e Raquel Ghini, pesquisadoras da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna); José Antonio Marengo, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); e Bruno Silva Oliveira e Sulimar Munira Caparoci Nogueira, doutorandos do Inpe em São José dos Campos.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Impacto da poluição dos oceanos por plástico é de US$ 13 bi ao ano

INFO Online - Notícias - Há uma hora
Poluição
Segunda-feira, 23/06, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgou mais um alerta sobre os perigosos rejeitos plásticos que vagam pelas correntes marítimas e formam ilhas que flutuam nos oceanos. 
O novo relatório revela que a poluição marinha causada por partículas de plástico dispersas nos oceanos representa dano financeiro de, pelo menos, US$ 13 bilhões anuais. Intitulado "Valorando o Plástico", o documento foi apresentado durante a UNEA (Assembleia Ambiental das Nações Unidas) sobre poluição dos mares por plásticos, em especial os microplásticos.

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Além disso, o estudo aponta que o custo do capital natural no uso de plástico a cada ano é de US$ 75 bilhões. Essa conta inclui os impactos causados pela poluição dos mares, do ar e outras fontes. 
"O plástico desempenha um papel crucial na vida moderna, mas seus impactos ambientais não podem ser ignorados", afirmou o sub-secretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner.
São vários os danos causados por resíduos plásticos, listados pela ONU:
- mortalidade ou doenças quando ingeridos por animais marinhos, como tartarugas; 
- emaranhamento dos animais, como golfinhos e baleias; 
- danos a habitats críticos, como os recifes de coral;
- contaminação química, e
- dispersão de espécies invasoras em fragmentos plásticos, o que causa perdas para as indústrias de pesca e de turismo em muitos países.

O relatório completo está disponível para download no site do Pnuma.eira, 23/06, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgou mais um alerta sobre os perigosos rejeitos plásticos que vagam pelas correntes marítimas e formam ilhas que flutuam nos oceanos. 
O novo relatório revela que a poluição marinha causada por partículas de plástico dispersas nos oceanos representa dano financeiro de, pelo menos, US$ 13 bilhões anuais. Intitulado "Valorando o Plástico", o documento foi apresentado durante a UNEA (Assembleia Ambiental das Nações Unidas) sobre poluição dos mares por plásticos, em especial os microplásticos.

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Além disso, o estudo aponta que o custo do capital natural no uso de plástico a cada ano é de US$ 75 bilhões. Essa conta inclui os impactos causados pela poluição dos mares, do ar e outras fontes. 
"O plástico desempenha um papel crucial na vida moderna, mas seus impactos ambientais não podem ser ignorados", afirmou o sub-secretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner.
São vários os danos causados por resíduos plásticos, listados pela ONU:
- mortalidade ou doenças quando ingeridos por animais marinhos, como tartarugas; 
- emaranhamento dos animais, como golfinhos e baleias; 
- danos a habitats críticos, como os recifes de coral;
- contaminação química, e
- dispersão de espécies invasoras em fragmentos plásticos, o que causa perdas para as indústrias de pesca e de turismo em muitos países.
O relatório completo está disponível para download no site do Pnuma.eira, 23/06, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) divulgou mais um alerta sobre os perigosos rejeitos plásticos que vagam pelas correntes marítimas e formam ilhas que flutuam nos oceanos. 
O novo relatório revela que a poluição marinha causada por partículas de plástico dispersas nos oceanos representa dano financeiro de, pelo menos, US$ 13 bilhões anuais. Intitulado "Valorando o Plástico", o documento foi apresentado durante a UNEA (Assembleia Ambiental das Nações Unidas) sobre poluição dos mares por plásticos, em especial os microplásticos.

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Além disso, o estudo aponta que o custo do capital natural no uso de plástico a cada ano é de US$ 75 bilhões. Essa conta inclui os impactos causados pela poluição dos mares, do ar e outras fontes. 
"O plástico desempenha um papel crucial na vida moderna, mas seus impactos ambientais não podem ser ignorados", afirmou o sub-secretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner.
São vários os danos causados por resíduos plásticos, listados pela ONU:
- mortalidade ou doenças quando ingeridos por animais marinhos, como tartarugas; 
- emaranhamento dos animais, como golfinhos e baleias; 
- danos a habitats críticos, como os recifes de coral;
- contaminação química, e
- dispersão de espécies invasoras em fragmentos plásticos, o que causa perdas para as indústrias de pesca e de turismo em muitos países.
O relatório completo está disponível para download no site do Pnuma.

Qual o tamanho do lixo da Copa?

INFO Online - Notícias - Há uma hora
Festas de rua com muita bandeirinha, fitas e serpentinas coloridas, comércio movimentado, bairros tomados por turistas de todo o mundo e, claro, sujeira multiplicada. Se... - por Vanessa Barbosa

segunda-feira, 23 de junho de 2014

DANO AO MAR

Plásticos jogados no mar causam perdas de US$ 13 bilhões

INFO Online - Notícias - Há 35 minutos
Os resíduos plásticos provocam perdas econômicas de US$ 13 bilhões após ser lançado no mar, cada vez mais ameaçado pelos "microplásticos", advertiu nesta segunda-feira... - por Agência EFE