segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

AQUECIMENTO GLOBAL E AS AMEAÇAS DE EXTINÇÃO DAS ESPÉCIES

"Cientistas alertam que podemos assistir à extinção em proporções “históricas” de barreiras de corais por várias partes do mundo, seguida a larga escala de descoloramento já em curso no Pacífico Norte, por causa das temperaturas muito quentes dos oceanos." Leiam a notícia no Blog Matheus Leitão News.
Cientistas dizem que podemos assistir à extinção em proporções históricas de barreiras de corais pelo mundo por causa do aumento da temperatura dos...
MATHEUSLEITAO.COM.BR

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

TERRA NO MEIO DO FOGO CRUZADO

"Há um milhão de asteroides no sistema solar que têm o potencial de atingir a Terra e destruir uma cidade inteira. Até agora, localizamos menos de 10 mil - somente 1% deles"
Especialistas sugeriram a criação de um sistema de monitoramento e destruição de corpos celestes
NOTICIAS.TERRA.COM.BR

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

NATAL SOLIDÁRIO
Dilma reafirmou, hoje (3), seu compromisso com a população de rua e com os catadores de materiais recicláveis, durante cerimônia de Natal realizada na Expo Catadores 2014, em São Paulo.
A presidenta destacou que houve redução dos homicídios e da violência contra a população de rua em 2014, mas ainda há muito a ser feito na garantia de direitos e de proteção a essas pessoas.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Google mapeia Fernando de Noronha

Ao mapear o arquipélago, inclusive no fundo do mar, a gigante americana expande para o Brasil seu ambicioso projeto de mostrar tudo o que há na Terra. E ainda forma um banco de dados para a conservação da região

Raquel Beer
ATÉ EMBAIXO DA ÁGUA – Além de usar bugues, mochileiros e barcos para fotografar as ilhas, o Google contratou mergulhadores para registrar a vida submarina
ATÉ EMBAIXO DA ÁGUA – Além de usar bugues, mochileiros e barcos para fotografar as ilhas, o Google contratou mergulhadores para registrar a vida submarina (Jonne Roriz/VEJA)
O Brasil concentra a mais rica biodiversidade do planeta, e o arquipélago pernambucano de Fernando de Noronha é um dos maiores símbolos da variedade e da beleza de nossa flora e fauna. Mas são poucos os que têm contato com essa porção do país.
Noronha recebe apenas 250 visitantes por dia, sob estrito controle ambiental. Como não é permitido construir novas pousadas, os quartos que existem são caríssimos. “Limitar o acesso traz um evidente aspecto positivo para a preservação”, afirma o engenheiro florestal Ricardo Araújo, chefe do Parque Nacional de Fernando de Noronha. “Mas fica difícil convencer quem não vê a rica natureza de que é necessário conservá-la.” Está aí a principal motivação da parceria firmada entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável por administrar os parques nacionais, e o Google para criar uma versão on-line da ilha no popular serviço Street View.
Por uma semana, VEJA acompanhou o trabalho da equipe do Google ao registrar cada pedacinho de Noronha e, em um feito extraordinário, também vastas regiões submarinas. As imagens em 360 graus construirão um mapa digital acessível a todos a partir do início do ano que vem. Então, qualquer um poderá ver, compreender e cuidar da bela biodiversidade de Noronha.

BRASIL COM PROPOSTA EVITA DESENTENDIMENTO ENTRE PAÍSES

Proposta brasileira pode ajudar a evitar desentendimentos entre países desenvolvidos e em desenvolvimento

A secretária-executiva da ONU para Mudanças Climáticas, Christiana Figueres, fala durante a abertura da COP20, em Lima, no Perú
A secretária-executiva da ONU para Mudanças Climáticas, Christiana Figueres, fala durante a abertura da COP20, em Lima, no Perú (Paolo Aguilar/EFE)
A Conferência das Partes sobre Mudança Climática (COP 20) da Organização das Nações Unidas (ONU) teve início nesta segunda-feira em Lima, no Peru. Até 12 de dezembro, cientistas e diplomatas estarão reunidos para negociar um acordo de redução de emissões de gases do efeito estufa. O texto final será assinado na COP 21, marcada para dezembro de 2015, em Paris.

A meta é limitar a elevação da temperatura média da Terra em 2º C até 2100. A temperatura já subiu 0,8º C em comparação à era pré-industrial. No cenário atual, o planeta está caminhando para um aumento de 3,6 a 4,8 º C até o fim do século, o que pode levar a eventos climáticos extremos, extinção de espécies e riscos para a segurança alimentar e o fornecimento de água potável em várias regiões do mundo.

Novo método — O documento vai definir quanto cada país deixará de emitir para brecar o aquecimento global, as defesas que serão criadas para fenômenos climáticos extremos e os meios de implementação do acordo. O pacto vigorará a partir de 2020, quando acaba a vigência do acordo selado na COP de Copenhague, em 2009. Na conferência na Dinamarca, não houve consenso entre os países e a cúpula foi considerada um fracasso. Por isso se adotou um método diferente para esse novo ciclo de negociações, iniciado em 2010 em Durban e que continuou em Cancún, Doha, Varsóvia e agora em Lima.
A China, campeã em emissões de gás carbônico (CO2) em 2013, e os Estados Unidos, líder em emissões acumuladas desde 1751, foram responsáveis pelo impasse em 2009. Agora, as duas nações acenam com um entendimento. O governo americano prometeu emitir 26% a 28% menos até 2025, e 80% até 2050. A China anunciou que não elevará as emissões depois de 2030, quando as fontes renováveis responderão por 20% de sua matriz energética. Além disso, a União Europeia assumiu a meta de reduzir suas emissões, em 2030, para 40% do volume registrado em 1990.
Atuação brasileira — Os países em desenvolvimento se preocupam com a possibilidade de não receber ajuda financeira do mundo desenvolvido para a luta contra o aquecimento global. A diplomacia brasileira sustenta, como forma de acabar com as quedas de braço entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, que os últimos devem ter metas e contribuições mais brandas, porque começaram a lançar os gases na atmosfera nas duas últimas décadas, enquanto os mais ricos muitas vezes o fazem desde a Revolução Industrial.
O texto propõe que os países desenvolvidos apresentem os compromissos mais ambiciosos de redução. Em tese, cada país oferecerá o que puder, conforme seu grau de desenvolvimento. "Em vez de uma pilha de compromissos, teremos um documento-base. Vai acabar o ciclo das negociações. A COP passará para o modo de adoção do acordo", afirmou Carlos Nobre, secretário de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Depois do fracasso de Copenhague, o governo brasileiro assumiu o compromisso voluntário de reduzir as emissões de 36,1% a 38,9% até 2020. Grande parte da promessa será cumprida por meio de redução do desmatamento, que caiu 18% na Amazônia Legal nos 12 meses encerrados em julho, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). 
(Com Agência France-Presse e Estadão Conteúdo)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

DESMATAMENTO DISPARA NA AMAZÔNIA

Agora é oficial: o desmatamento na Amazônia disparou em agosto e setembro. Foram devastados 1.626 km² de florestas, um crescimento de 122% sobre os mesmos dois meses de 2013.
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR
  • O governo segurou os dados do desmatamento durante a eleição e agora divulga que o desmatamento disparou nos meses de agosto e setembro, o que representa um aumento de 122% em comparação com o mesmo período de 2013.

sábado, 1 de novembro de 2014

MUDANÇAS CLIMÁTICAS AMEAÇA A SEGURANÇA SANITÁRIA MUNDIAL


Eric Caballero via Photopin
Mudanças Climáticas
A propagação, nos últimos anos, de doenças infeciosas como a malária, a chikungunya e mesmo o ebola são exemplos de como a mudança climática ameaça a segurança sanitária mundial, diz a Organização das Nações Unidas (ONU). "A mudança climática afeta as temperaturas e as condições climáticas das regiões. Na África, por exemplo, os mosquitos podem se propagar de uma região para outra com mais facilidade que antes, tal como na América Latina", disse o diretor executivo do Conselho de Administração do Programa da ONU para o Meio Ambiente, Achim Steiner. 
Ele acrescentou que em muitas partes do mundo se verá a volta ou a chegada de doenças que simplesmente não tinham sido notificadas antes, devido às altas temperaturas. Steiner destacou que esse fato afetará a infraestrutura sanitária e o sistema de saúde e, em última instância, a saúde e o bem-estar de cada uma das populações do plane
Segundo o diretor, outro efeito da mudança climática na saúde é a contaminação, uma vez que a emissão de dióxido de carbono e outros produtos causa agora a morte prematura de aproximadamente 7 milhões de pessoas no mundo a cada ano. "Esse registro é maior do que o número de mortes prematuras por HIV/aids e a malária", comentou Steiner, que defende a implementação de políticas ambientais.
Para ele, grandes economias como o Brasil tomaram medidas significativas para resolver as principais fontes de emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono. "O Brasil tem ajudado muito a reduzir o desmatamento, que é, talvez, um dos passos mais importantes", disse, citando também a Nicarágua pela "incorporação de tecnologias de energias renováveis para gerar eletricidade."